Revezamento da tocha: BA, SE, AL e PE (dias 20 a 29)

Tanta coisa aconteceu desde que deixei Valença, na Bahia. Primeiro, a linda travessia de balsa até Salvador, partindo da Ilha de Itaparica. Simplesmente adorei.

Depois, o fim de semana na capital baiana, que não me canso de visitar. Adorei ver o remodelado largo da Mariquita,  que não é mais só a casa do famoso Acarajé da Cira, mas uma área de entretenimento com muitas opções. E não poderia faltar também um pulo no Largo de Santana, onde fica o Acarajé da Dinha.

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De Salvador, muito chão até Senhor do Bonfim, bem ao norte da Bahia,  passando por paisagens maravilhosas.  E, de lá, mudamos rapidamente de estado. Cruzamos a ponte que separa a baiana Juazeiro da pernambucana Petrolina,  onde dormimos.

Fomos ao Bodódromo para comer… bode,  claro! Mas achamos estranho quando o garçom falou que o bode lá era carneiro porque bode mesmo tinha cheiro de “barrão”, segundo ele. Eu, que não tinha curtido muito a tal carne de bode quando experimentei num restaurante tradicional de João Pessoa, muitos anos atrás,  confesso que fiquei até aliviado. Rs.

De Petrolina, voltamos para a Bahia. Conheci Paulo Afonso, onde fica o complexo hidrelétrico e o Velho Chico mostra sua beleza. Foi a última cidade baiana antes de começarmos a explorar o até então desconhecido para mim Sergipe. Rodamos até por estrada de terra e eu me encantei pelas paisagens do sertão.

Quando cheguei a Aracaju, mais uma bela surpresa: uma cidade ampla, organizada e bonita. Infelizmente, não tive tempo de conhecer a praia. Sergipe passou voando. Mas voltarei.

Logo, logo, já estávamos em terras alagoanas, cercados de muitos tons de verde emoldurando a estrada. Nosso destino era Maceió, que eu conheci rapidamente, a trabalho, e pude matar as saudades mais a jato ainda. Mas é sempre bom estar na orla da praia de Pajuçara, né!

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De Alagoas, fomos para a pernambucana Caruaru. Adorei conhecer o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde – dizem – rola o melhor São João do mundo. O maior – dizem também – é o de Campina Grande, na Paraíba. E essa disputa sadia, sempre em tom de brincadeira, impulsiona o forró nas duas cidades.

Mas, antes de chegar à Campina Grande, teve uma parada no meu queridíssimo Recife, que já visitei tantas vezes a trabalho ou a passeio. Amo o pessoal daqui, a atmosfera, tudo. E, pela primeira vez, desde que embarquei nessa aventura, pude fazer uma atividade física: vôlei com novos “parceiros”, na hospitaleira Boa Viagem!

Próxima parada: PB, RN e CE

Parada anterior: Série EM/COMO – Em Valença, como os valencianos

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