Revezamento da tocha: Pit Stop no Rio e comboio em Boa Vista (dias 44 a 50)

Depois de Palmas, onde tive a experiência do meu primeiro comboio, fui mandado de volta ao Rio para uma rápida de quatro dia. Em seguida, caí no Brasilzão de novo a caminho de um destino muito esperado: Boa Vista! Quando eu soube que faria o revezamento da tocha, uma das primeiras coisas que eu pensei foi: vou conhecer a capital mais ao Norte do Brasil.

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A belo Rio Branco, visto da Orla Taumanan

Assim que cheguei, dei um belo giro pela cidade porque precisava fazer fotos. Comecei o passeio/trabalho pela Marina Meu Caso (adorei o nome), de onde uma condutora partiria de canoa com a tocha dos dias depois. Em seguida, uma passada na Orla Taumanan, onde a moça chegaria com a chama.

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Artista dá os últimos retoque no canoa na companhia do meu companheirinho de trabalho, o Vinicius

Passei também pela Igreja Matriz e pela bela Praça das Águas, que foi o ponto de partida do revezamento. É lá que fica o Portal do Milênio, que rende lindas fotos no fim da tarde. Ainda conheci a Praça Fábio Marques, que foi o palco da celebração na cidade e é também o local dos festejos juninos.

Boa Vista é bonita e bem cuidada. A Praça do Centro Cívico, por exemplo, é bem espaçosa para poder abrigar com pompa os belos edifícios governamentais. Gostei muito da cidade. Mas a experiência mais impactante ainda estava por vir. No dia seguinte, eu tinha uma reportagem marcada na Comunidade Indígena Campo Alegre, a cerca de 60km do Centro. Par chegar lá, é preciso atravessar o belo Rio Uraricoera de balsa.

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A imponência do Rio Uraricoera

Chegando à aldeia, me encantei com a simplicidade dos indígenas, a sapequice das crianças (todas fofas) e a sabedoria das palavras dos mais velhos. Os indígenas se modernizaram, têm Wi-fi na aldeia, antenas parabólicas, mas continuam valorizando as tradições. Que experiência!

Ah, e no último dia, claro, ainda tinha relay, o revezamento. Neste segundo, eu já estava experiente. Rs. Por isso, não me espantei com a correria e a precisão em que tudo acontece. Fotografei e entrevistei pelo menos 17 condutores. Vi alguns deles chorarem diante da minha lente, e também me comovi. Foi por essas e outras que, como diz o letreiro da primeira foto, eu amei Boa Vista.

Próxima parada: Série EM/COMO: Em Boa Vista, como os boavistentes

Parada anterior: Série EM/COMO: Em Palmas, como os palmenses

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