Revezamento da tocha: De Angra a Petrópolis (dias 86 a 88)

São José dos Campos foi o local da nossa última noite em São Paulo. No caminho para o estado do Rio, deu para ver a enorme Basílica de Aparecida e o teleférico, mesmo da estrada. Também passamos pela belíssima região do Parque Estadual da Serra do Mar, na cidade paulista de Cunha. Não deu para tirar fotos porque eu estava no volante e não havia lugar para parar o carro.

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Mas, na divisa com o estado do Rio, a última dessa grande aventura, o clique foi inevitável. Já em solo fluminense, descemos a linda Serra da Bocaina, segmento da Serra do Mar. Quando chegamos à entrada da cidade de Paraty, deu um aperto no coração não poder dar um giro por lá. Só paramos para tirar uma foto perto de Praia Grande.

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Precisávamos dormir em Angra dos Reis. Não deu para ver muita coisa da cidade. Só o Convento do Carmo, no Centro, e as estátuas dos Três Reis Magos, em frente à Praia do Anil. Assim como não conheci muito de Volta Redonda, a terra da Companhia Siderúrgica Nacional.

De Volta Redonda, fomos para Petrópolis, passando por mais um trecho lindo, o da Serra Verde Imperial. Eu sempre quis conhecer a Cidade Imperial, mas tinha uma ideia errada dela. Ignorância pura mesmo. Jamais imaginei que haveria 300 mil pessoas em Petrópolis. Achava que seria uma cidade histórica do porte de Ouro Preto ou Paraty, menos agitada.

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Mesmo assim, gostei muito de ver aquelas construções antigas, algumas da época do Império. Adorei o Museu Imperial, que era o Palácio de Verão de Dom Pedro II.

Também gostei do Palácio de Cristal, importado da França para que a Princesa Isabel – pense bem – pudesse cultivar hortaliças!

Achei legal ver a Catedral de São Pedro de Alcântara, padroeiro da cidade e da monarquia. A catedral fica num nível acima da rua e, da escadaria, dá para imaginar como era a cidade muitos anos atrás, com aquelas charretes passando, e as pessoas vestidas com os trajes da época. Eu realmente viajando pensando nessas coisas. Ah, os casarões também são incríveis!

Mas acho que nada é mais lindo quanto o Hotel Quitandinha, construído na década de 40 para ser o maior cassino da América do Sul. Hoje, o lugar pertence ao Sesc Rio, que organiza eventos culturais por lá.

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Próxima parada – Série EM/COMO: Em São Paulo, como os paulistanos

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