Revezamento da tocha: Prudente, Foz e PR parte 1 (dias 56 a 61)

Saindo de Mato Grosso do Sul, passei rapidamente para São Paulo. Dormi uma noite em Presidente Prudente e me encantei com a cidade. Em determinadas regiões, me sentia andando por ruas de Santa Cecília, Higienópolis ou Vila Madalena, na capital. Adorei conhecer o Parque do Povo e o medalhista olímpico Claudinei Quirino.

Chegando ao Paraná, foi a vez de eu me apaixonar por Londrina, uma das maiores surpresas da viagem até agora. Que cidade organizada e bonita, cortada pelo belo Lago Igapó! Juro que cogitei morar nessas duas cidades.

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A cidade seguinte foi Cascavel, onde comi e bebi muito bem (leia aqui), mas que acabei não conhecendo muito. Talvez porque eu estivesse com a cabeça em Foz do Iguaçu.

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Eu já  tinha conhecido Niagara, no Canadá, mas sabia que as nossas cataratas eram muito mais impactantes. Comprovei o fato. Que maravilha da natureza. Iguaçu dá de dez na versão americano-canadense, com todo o respeito, e o parque é super bem administrado.

Ainda dei um pulo no Marco da Américas, fronteira com Paraguai e Argentina, na ponte da Fraternidade (que liga Foz á terra de Evita) e à Usina de Itaipu. Tudo muito corrido. Afinal, estava a trabalho. Eu queria ter feito o passeio no barco Macuco, bem pertinho das quedas d’águas, ir ao lado argentino, visitar Ciudad del Leste, no Paraguai, enfim… Mas deu para ser uma bela e inesquecível noção. Talvez eu volte um dia.

De Foz, fomos para Pato Branco. Sim, aquela mesma que a personagem da TV sempre citava, lembra? Ouvi uma porção de gente falando “daí” com o mesmo sotaque. Achei divertido estar ali. Pessoal muito gente boa desse Brasil que não para de me surpreender.

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