I love Sydney!

Na segundona, queríamos conhecer outras praias de Sydney. Da City, pegamos o bus 373 com destino à Coogee. Fica-dica 1: você pode usar o passe diário, se tiver um, o cartão Opal (que você consegue em qualquer loja de conveniência) ou comprar os tickets avulsos, também nesses locais. Dentro do bus não se paga nada. Optamos pelos tickets porque ficou em 7,60 AUD e o mínimo que se carrega num Opal é 10 AUD. O legal é que o site transportnsw.info traça a rota para você a partir de onde está, dizendo quanto precisa andar até o ponto, horários e duração da viagem. E funciona. Rapidinho chegamos a Coogee, uma agradável praia de bairro.

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Coogee Beach

Fizemos uma horinha deitados na areia até a Dri aparecer. Ela é a filha da minha Roberta e, quando nos conhecemos, batia quase na minha cintura. No ano passado (quando estive na Austrália), ela tinha 20 anos, fazia intercâmbio e topou pegar uma trilha com a gente.

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De Congee, os 4,5 km da Coastwalk conduzem as pessoas por uma rota cênica, passando por penhascos, vistas fantásticas e várias praias deliciosas.

A primeira é a minúscula Clovelly, lindinha e cercada por paredões. Depois, o cemitério com a vista mais bonita do mundo: Waverley, no alto de um rochedo.

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A pequenina Clovelly

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Waverley, o cemitério com a vista mais bonita do mundo

Na sequência, vem Bronte, minha preferida, e Tamarama, apelidada de Glamarama, por receber muitos gatos e gatas.

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Bronte é a melhor

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Tamarama (ou Glamarama)

E, finalmente, Bondi, a Ipanema de Sydney e maior de todas. É lá que fica o famoso clube de praia Iceberg, com sua piscina olímpica de borda infinita, aberta a qualquer um que esteja disposto a pagar 6,50 AUD.

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Bondi, a Ipanema de Sydney

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Iceberg e sua piscina olímpica de borda infinita

É em Bondi também que achei uma lanchonete que procurei por toda Sydney: a Harry Cafe de Wheels. Eles vendem uma torta que é uma das poucas comidas típicas daqui. É como se fosse a nossa empada, porém em versão gigante, com massa folhada e recheio de carne muito bem cozida supertemperadinha, como aquelas dos nossos botecos. Fica-dica 2: delícia! Quase ao lado, tem um sorvete que é tipo o Häagen-Dazs deles! Fica-dica 3: chama-se Ben & Jerry’s.

No dia seguinte, tínhamos só a manhã em Sydney, antes do embarque para Melbourne. Poderíamos ter aproveitado essas poucas para escalar a ponte, por exemplo. Mas leva 3h para subir e descer os 1332 degraus, além de ser supercaro. Também poderíamos passear no Monorail que passa pelas principais atrações da cidade, por 5 AUD. Ou conhecer bairros como o universitário Glebe (com suas livrarias), o sofisticado Paddington, os descolados Potts Point e Newtown, a ex-zona do meretrício King Cross ou o ex-degradado Wooloomooloo.

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Mas, como as 235.678 fotos tiradas pareciam não ter aplacado nosso furor nipônico de clicar, voltamos aos lugares que já conhecíamos como Darling Harbour, Jardim Botânico e a região da Ópera, que realmente são o “must see”.

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Vista do Jardim Botânico

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Como resistir a esse “mais do mesmo”?

Para voltarmos ao hotel, fica-dica 4 de viagem: pegamos um ônibus gratuito verde que passa em Circular Quay e atravessa toda a City. Apesar de sabermos do Free Shuttle desde o primeiro dia, ainda não tínhamos usado.

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Para ir ao aeroporto, não pegamos o trem dessa vez. Fica-dica 5: contratamos o serviço da Air Bus, que ficou mais barato que os 17 AUD do trem: apenas 13 AUD com o descontinho que conseguimos nesses guias de turismo. Pegaram a gente no hotel e o transfer durou menos de 30 minutos. Ê, país civilizado!



Minha impressão de Sydney :

O que vale a pena: a variedade de atrações e a beleza da cidade, com destaque para a região do porto e para as praias

Permanência: 4 dias. Achei suficiente, mas deixamos de fazer passeios, como os zoos Taronga e Featherdale, as Blue Mountains (nos arredores), Hunter Valley (região vinícola), visita guiada por dentro da Ópera, Chinese Garden, outros bairros e outras praias. Para fazer tudo isso, no mínimo uma semana. Mas achei suficiente o que vi.

Onde ficamos: Central Station Hotel. O quarto era uma caixa de fósforo, meio frio e barulhento. Por 150 AUD/dia, poderia ser melhor. Mas a localização era excelente. Tente ficar por ali.

 

Próxima parada: Great Ocean Road

Parada anterior: Domingo em Sydney

Domingo em Sydney

Em nosso terceiro dia na cidade, fomos direto para a tal Torre de Sydney, a quase 300m do chão. E a vista é maravilhosa. Fica-dica 1: vale muito a pena. Fica na esquina da Pitt com a Market, na City ou CDB – City Distrit Business – como eles chamam o centro.

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Dali do alto dá pra ver tão legal…

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… o que acontece ali no seu litoral.

Na parte de baixo da torre, funciona o shopping Westfield e, pertinho, outros centros de compras, como o Midcity, a loja de departamentos Myer (tipo a Macy’s deles), a chiquérrima galeria The Strand Arcade e lojas de rua, entre elas uma gigante Apple e algumas sofisticadas como a Louis Vuitton e a Swarovski.

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É tudo muito caro. Fica-dica 2: compensa comprar eletrônicos (a loja JB Hi-fi, tipo a Best Buy deles, é a melhor pedida) e tênis. Já o preço das roupas para é exorbitante. Dali, andamos até a região do porto e da Ópera, porque queríamos atravessar a ponte e ver tudo do outro lado. Antes, porém, passamos rapidamente no Museum of Contemporany Art, também gratuito. Fica-dica 3: não perca a vista do terraço:

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Depois do museu, atravessamos a Harbour Bridge, que tem uma paradinha no meio dela, o Pylon Lookout, para fotos. Mas, na verdade, a gente clica é o tempo inteiro! Captamos essa ponte e essa Ópera de todos os ângulos e pontos que você puder imaginar. Parecia um japonês enlouquecido. Kkk.

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Vista do Pylon Lookout, na Harbour Bridge

Do outro lado, do Milsons Point e do Luna Park (um antigo parque de diversões), a vista é um espetáculo.

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Ângulo incrível, debaixo da emblemática Harbour Bridge

Pegamos um ferrie de volta pro porto. Aqui, fica-dica 4: aos domingos, existe um tal de Sunday Family Ticket. Você compra por 2,50 AUD nas lojas 7Eleven, por exemplo, e pode andar ilimitadamente em qualquer meio de transporte. É uma mão na roda, porque se mover por Sydney é extremamente caro. Cada passagem custa cerca de 5 ou 6 AUD, dependendo do itinerário! Existe um passe de uma semana, mas não valia a pena para gente, porque ficaremos poucos dias e, como vocês sabem, gostamos muito de gastar a sola dos tênis. Ainda não descobri jeito melhor de conhecer uma cidade!

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Para aproveitar nosso passe diário, pegamos um ferrie em Circular Quay com destino a Manly. É um bairro mais afastado, com uma linda praia e uma grande colônia de brasileiros. Descemos no Manly Wharf e seguimos para The Corso. É um charmoso quarteirão fechado que dá na praia, onde parecia rolar um campeonato de surfe, quase um futebol para eles.

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The Corso

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É clássico, galera!

Já era fim de tarde e estava frio. Por isso,  caminhamos até a ponta da orla, onde fica a pequenina e adorável Shelly Beach. Pena não estarmos no verão pra pegarmos uma praia. Eu me lembrei de Toquinho: “é bom passar a tarde em Shelly Beach, ao Sol que arde em Shelly Beach”. Mas o dia estava incrível e rendeu lindíssimas fotos.

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A encantadora Shelly Beach!

Quando voltamos à Manly Wharf, o ferrie para Circular Quay só sairia em 35 minutos. Aproveitamos para fazer um lanche no Max Brenner. Fica-dica 5: é uma rede de cafés superconhecida por aqui. Chegando ao porto de Sydney, nos deparamos com a Ópera, a ponte, o museu e todos aqueles prédios iluminados para o Vivid. A gente se sentou num banco do Ópera Bar (fica-dica 6: é um lugar bem descolado, bem abaixo da Ópera House),  e ficamos embasbacados com aquilo tudo. Definitivamente, é bom passar uma noite por ali.

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Próxima parada: I love Sydney!

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Sydney, SUA LINDA!

Depois de 11 dias no maravilhoso Queensland,  finalmente mudamos de estado. Um voo de 1h30 nos levou de Gold Coast para Sydney, a maior cidade da Austrália. Compramos a passagem ainda no Brasil, pelo site da Jet Star, e deu tudo certinho. Custou o equivalente a 75 dólares americanos, mas fica-dica 1: cuidado com o limite da bagagem! Eles são muito rigorosos. Na hora da compra, perguntam quantos quilos você quer despachar e você paga por isso (escolhemos 20kg). E não tente bancar o espertinho e lotar a bagagem de mão, porque ela não pode exceder 7 quilos. É pesada tanto no check-in quanto na fila para entrar no avião.

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Sair do aeroporto de Sydney é mais fácil que roubar eucalipto de coala. Pegamos um trem por 17 AUD e descemos na estação Museum, a 500m do nosso hotel. No total, devemos ter gastado menos de meia hora. Na primeira tarde, tínhamos um compromisso: ir ao Sydney Aquarium. É que comprei um passe que dá direito a três atrações por cerca de 60 AUD (cada uma delas sairia por cerca de 20 AUD), que precisava ser validado no primeiro dia.

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Darling Harbour, onde ficam o Wildlife Sydney e o Sydney Aquarium.

Fomos primeiro ao Wildlife Sydney que, comparado com a versão de Port Douglas, deixa muito a desejar.  Os cangurus não dividem o espaço com a gente (aliás, todos os bichos ficam presos) e, pior, é proibido tocar no coala no estado de New South Wales. Como sabíamos disso, abraçamos o danado quando pudemos. Pelo menos vi o Diabo da Tasmânia em Sydney!

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Sim, esta coisinha miúda é o Diabo da Tasmânia. E as fotos ficaram todas meio tremidas porque o bicho é mesmo muuuuuuito elétrico!

O Aquarium foi mais legal, mas fica-dica 2: é melhor pagar os 40 pela torre que pagar 60 pelos três, principalmente se tiver ido a zoos melhores, como a gente. Tanto o Wildlife quanto o Aquarium ficam em Darling Harbour, uma área antes degradada, que foi revitalizada por causa das Olimpíadas. Hoje, é um centro de lazer com atrações como o Madame Tussaud (outra opção que o turista pode escolher quando compra o passe triplo), o shopping Harbourside, IMAX Theather, restaurantes, bares, cafés e a charmosa ponte pênsil Pyrmont, só pra pedestres, que desfrutam de uma bela vista.

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Quando chegamos, era abertura do Vivid, um festival de luzes que colore os principais pontos de Sydney durante um mês, todos os invernos. Darling Harbour estava uma festa, com aquela iluminação, música e fogos de artifício. Inesquecível e um bom jeito de começar a me apaixonar perdidamente por Sydney.

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No dia seguinte, começamos pelo Capitol Theather, o Paddy’s Market (espécie de camelódromo misturado com Mercado Central) e a pequena Chinatown, pertinho do nosso hotel.

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Fachada do Paddy’s Market

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Chinatown

De lá, seguimos a pé para o lindíssimo Hyde Park, a prefeitura, a St. James Cathedral e o Queen Victoria, um fantástico edifício antigo transformado num elegante shopping. No outro lado do enorme Hyde Park, que é cortado por uma avenida, tiramos foto na St. Mary’s Cathedral.

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Hyde Park

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St Mary’s Cathedral

Em seguida, pegamos a Macquarie St, rua cheia de prédios vitorianos, passando em frente à casa do Parlamento e à linda Bibloteca Pública. Entramos no parque Domain, para ir à Art Gallery of NSW (fica-dica 3: é excelente – tá difícil não adjetivar o texto – e de graça).

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Biblioteca Pública

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Art Gallery of New South Wales

Seguimos então pro Jardim Botânico, de onde tivemos a primeira visão das emblemáticas Harbour Bridge e Ópera House. Mas mantivemos o passo porque queríamos encontrar a tal Mrs Macquaries Chair, que é uma cadeira onde a rainha sentava para ver a baía de Sydney. Fica-dica 4: é uma bobagem, mas o caminho vale a pena. Foi difícil tirar uma foto, porque dois cidadãos resolveram monopolizar o banco que é uma atração turística. Mas, tudo bem! Fazer turismo é isso! Rs

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Vê se tem base um negócio desses! Chega a ser engraçado: eu e os meus novos amigos.

Voltamos pelo calçadão entre o Jardim e a baía, tendo como cenário a ponte e a Ópera, até chegar a Circular Quay, a animada área ao redor do porto, de onde partem os ferries pra diversos lugares.

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Enfim, a Ópera House

Tiramos fotos rapidinho da Ópera House, porque sabíamos que voltaríamos ali muitas vezes durante nossa estada em Sydney, mas queríamos mesmo era alcançar The Rocks, que fica bem ao lado e é o bairro antigo que foi a origem de Sydney. Fomos à The Rocks Market (feira de rua que rola aos sábados e domingos).

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The Rocks…

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… e sua tradicional feirinha!

Depois subimos até o Sydney Observatory, para ver essas belezuras todas do alto. Ainda tentamos ir à Torre de Sydney (do tal passe, lembra?), para uma visão ainda mais de cima, mas quando chegamos estava escuro e preferimos deixar pra outro dia.

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Voltamos pro porto de Sydney, que recebia uma multidão pro Vivid e estava magnificamente iluminado. Vocês devem ter ficado malucos con tanto vai e vem. Sim, andamos por km e km, e terminamos o dia exaustos. Mas encantados.

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Próxima parada: Domingo em Sydney

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Austrália em 25 dias

Quando minha companheira mais usual de viagens me perguntou onde seriam nossas férias de 2015, eu não vacilei: Austrália. Eu precisva completar todos os continentes e 30 países antes dos 40 anos. Era uma meta (meio idiota, eu sei) que tracei em 2013 para me desapegar da Europa. Depois disso,  rolaram as até então inéditas África, Ásia e América Central. Faltava a Oceania.

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Mas como conhecer um continente tão grande e diverso em apenas 25 dias? O que muita gente faz de cara é usar a velha teoria do Jaque. Sabe qual? Já-que eu vou pra Austrália, por que não dar um “pulinho ali” na Nova Zelândia? Fica-dica 1: deixe os pulinhos para os cangurus. Em minha opinião, 25 dias não são suficientes para ver nem a Austrália direito. Deixamos de fora atrações incríveis, como a Tasmânia, o Outback e toda a parte oeste (Perth, Broome, etc), só para citar algumas. Preferimos nos concentrar na maravilhosa costa leste. Claro, depois de muito estudo, porque eu sou famoso por ser viciado em roteiro e planejamento. Veja:

roteiro

Costa leste da Austrália em 25 dias

Aí, você me pergunta: Léo, como percorrer esse país de dimensões continentais? Depende. Avião seria a resposta mais óbvia. Mas uma rápida pesquisa me fez descobrir que a Austrália tem uma fantástica rede de trens, com passes a preços razoáveis. Um deles pode se encaixar nos seus planos. Escolhemos a linha The Spirit of Queensland, que liga Cairns (bem ao norte e porta de entrada para a Barreira de Corais) a Brisbane, bem no meio da nossa rota. Com esse passe, pudemos parar em Airlie Beach, onde ficam as ilhas Whitsundays e Whiteheaven Beach, considerada a praia mais da Austrália.

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A foto não fez jus à beleza da Whiteheaven Beach, porque o clima não ajudou.

Poderíamos ter feitos outras paradas, como Townsville, base para explorar a Magnetic Island, e Hervey Bay, ponto de partida para explorar a selvagem Fraser Island, ou ainda a sofisticada região de Noosa, com charmosas cidades litorâneas. Tenho quase certeza de que teria sido tudo lindo, mas talvez um pouquinho “pretty much the same”. Enfim, optamos por apenas um stop em Airlie Beach. Mesmo assim, valeu a pena? Sim, porque viajar de trem na Austrália é demais, como vocês vão ver nos próximos relatos. A partir de Brisbane, parada final do passe de trem, nos viramos de outras formas. Primeiro, com outro pequeno trecho de trem até Gold Coast, comprado à parte no próprio local.

Orla de Gold Coast

A Inesquecível Gold Coast

De Gold Coast, pegamos um avião até Sydney e outro até Melbourne, ambos comprados diretamente no site da companhia low-fare Jetstar. Recorremos à minha eficientíssima agente de viagens para conseguir uma passagem internacional  que chegava por Cairns e saía por Melbourne. Fica-dica 2: assim, você economiza um trecho interno! Em Melbourne, alugamos um carro para conhecer por conta própria, e no nosso tempo, a Great Ocean Road.

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Tem condição o tanto que a Great Ocean Road é bonita?

Se houve algum senão no roteiro que eu elaborei? Unzinho talvez. Hoje, eu pediria para ela reservar a volta de Sydney, porque, no dia de ir embora para o Brasil, a gente já acordaria na cidade (saindo de Melbourne, tivemos que fazer uma conexão por lá). Não teria feito tanta diferença pra gente comprar os trechos aéreos Gold Coast-Melbourne, Melbourne-Sydney, em vez de Gold Coast-Sydney, Sydney-Melbourne, como fizemos. Mas também não chegou a atrapalhar nossa viagem, não. Foi quase tudo perfeito.

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Amigos para sempre

Ah, faltou dizer: a Austrália exige visto. A gente conseguiu fazer tudo sozinhos, pela internet, sem muito sofrimento. Não vou me alongar falando sobre isso aqui, porque há muitos “blogamigos” por aí explicando direitinho para se faz. Este aqui, por exemplo, explica tim-tim por tim-tim.

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