Cachoeiras de Pirenópolis: Bonsucesso

De cara, você se sente imediatamente na roça. Logo depois do estacionamento, a trilha para as cachoeiras começa passando por dentro de um curral. Sim, enquanto se esquiva dos mosquitinhos (fica-dica: passa repelente antes de sair de casa), você já avista verde impressionante onde vai se enfiar muitos mais tarde. A partir dali, é morro acima. Mas a trilha não é das mais difíceis, não.

 

É bem tranquilo de chegar. Para quem está em Pirenópolis, é só pegar a direçao do bairro Alto do Carmo. Depois de atravessar a ponte de madeira, suba a avenida até o final da avenida, vire à direita e entre na estrada de terra, seguindo as placas. A entrada custa 20 reais (preço de abril/2017).

Reserve sua pousada por este link e ajude o blogueiro!

As cachoeiras Bonsucesso ficam dentro da fazenda de mesmo nome, que tinha uma estrada por onde saíam mercadorias durante o ciclo do ouro, no século XVIII. Depois, a propriedade teve também garimpo. Por isso, ainda é possível ver antigas pedreiras. Mas o forte do lugar, claro, são as quedas d’água. A primeira delas é a do Açude.

20170414_121822

Cachoeira Açude

Clique aqui para curtir a página do Viaje ao Léo no Facebook, e fique por dentro das novas postagens do blog

Depois, a gente passa por uma quedinha, que é eles chamam de cachoeira, mas tá mais para uma aguinha escorrendo pelo barranco. Rs.

20170414_101346

Em seguida, aparece a Cachoeira Palmito, pequenininha e aconchegante. Dependendo da hora que você chega, ela pode ficar só para você. Mas, como fica num lugar fechadinho, onde não bate Sol, preferi só tirar foto e seguir.

20170414_101705.jpg

A simpática Cachoeira Palmito

A próxima é a Cachoeira Pedreira que, como o nome indica, é emoldurada por um paredão de pedra. É superfácil chegar debaixo da queda, e é uma delícia ficar um tempinho deixando a água cair no corpo. É um pouquinho fria, sim, mas nada demais. E, como o lugar é mais aberto, tem um solzinho ali para esquentar.

20170414_115230.jpg

Cachoeira Pedreira

Depois de uma escada superíngreme, chega-se à Cachoeira Bonsucesso. Esta é bem profunda (7m) e, como eu estava com um pouco de preguiça de nadar (sim, confesso), acabei nao entrando. Mas é bem linda também.

20170414_102609.jpg

Cachoeira Bonsucesso

Por fim, lá no alto, está a Cachoeira Lagoa Azul, onde a maioria da galera acaba ficando. Tem 5m de profundidade e um visual espetacular lá de cima. É a melhor de todas.

20170414_103937

Cachoeira Lagoa Azul

Na volta, tem uma restaurante de comida caseira com preço bem bacana. Recomendo!

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Meia-Lua e Usina Velha

Parada anterior: Cachoeiras de Pirenópolis – Lázaro e Santa Maria

Posts relacionados:

Rosário

Dragões

Sonrisal

Paraíso e Lobo

Abade

Cachoeiras de Pirenópolis: Lázaro e Santa Maria

Depois de visitar a Reserva do Abade, onde se destaca a cachoeira de mesmo nome, resolvi conhecer a Reserva Ecológica Vargem Grande no dia seguinte. Lá, estão duas das mais famosas cachoeiras de Pirenópolis: Lázaro e Santa Maria. Ficam bem pertinho da cidade, a 11 km do Centro (sete deles de terra), pela estrada dos Pireneus. É muito tranquilo de chegar.

Reserve sua pousada por este link e ajude o blogueiro!

A entrada custa 35 reais (preço de abril/2017) e dá direito a aproveitar as duas cachoeiras, das 9 às 17h (entrada só até as 16h).

20170313_155246

A Cachoeira do Lázaro fica um pouquinho mais distante do estacionamento: cerca de 1300m. A trilha tem dificuldade média, com algumas subidinhas. Mas, perto de chegar à cachoeira, o visitante é recompensado por uma linda vista das quedas d’àgua.

20170313_162341

De pertinho, não achei tão bonita quanto de longe (olha eu sendo superexigente. Acho que tô mal acostumado. Rs). Mas explico: talvez eu tenha chegado num horário em que a luz não favorecia muito, lá pelas 13-14h. Além disso, estava muito cheia de gente. Deve ser mais bonito e agradável no comecinho da manhã ou no finzinho da tarde.  Em compensação…

20170313_161914

…a Cachoeira do Lázaro tem uma supervantagem: é ideal para quem, como eu, gosta de passar um tempão bem debaixo da queda, deixando a força da água fazer aquela massagem deliciosa no corpo. Adorei essa caractérística, já que nem todas permitem isso, né!

Clique aqui para curtir a página do Viaje ao Léo no Facebook, e fique por dentro das novas postagens do blog

Santa Maria é a de mais fácil acesso, a apenas 500m de caminhada. Lembra um pouquinho a do Abade, apesar de a queda d’água ser bem menor. Mas é muito gostosa, formando uma espécie de prainha, onde dá para esticar uma toalha e passar um bom tempo.

20170312_105922

Fica dica: sugiro ir primeiro à Cachoeira do Lázaro e depois à Cachoeira de Santa Maria, para encerrar o dia naquela areia branquinha, já pertinho da saída, se recuperando da caminhada do início do passeio. Só não deixe de ir à reserva, porque o passeio vale muito a pena!

20170313_155312

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Bonsucesso

Parada anterior: Cachoeiras de Pirenópolis – Abade

Posts relacionados:

Rosário

Dragões

Sonrisal

Paraíso e Lobo

Meia-Lua e Usina Velha

Cachoeiras de Pirenópolis: Abade

Como eu estava sozinho, não quis fazer nada muito complicado, nem ir muito longe. Saí com a ideia de visitar a Cachoeira do Lázaro. Mas, numa banquinha que vende os ingressos, à beira da estrada, recebi a sugestão de ir à Cachoeira do Abade. E lá fui eu para minha primeira cachoeira em Pirenópolis!

20170311_162359.jpg

Clique aqui para curtir a página do Viaje ao Léo no Facebook, e fique por dentro das novas postagens do blog

Acho que foi uma ótima pedida para minha “estreia”. A entrada custou 30 reais (preço de abril/2017), e o lugar é muito organizado. Existem duas formas de se chegar à principal queda d’água, que dá nome à reserva. A curtinha te leva diretamente à Cachoeira do Abade propriamente dita, linda, com 22m de altura.

20170311_152104.jpg

Admirando a perfeição da natureza

É claro que escolhi a maior, de 2,5km. É superbem sinalizada, e te proporciona uma visão total. No caminho, três mirantes para belas fotos daquela vegetação privilegiada e três quedas d’água (a pequena Cachoeira do Sossego, a Cachoeira do Landi, e a Cachoeira do Cânion) e uma ponte pênsil, que dá um ligeiro toque de aventura ao passeio.

20170311_130952

 

É bem rápido e fácil. Recomendo demais fazer a trilha maior. E, no final, a recompensa de encontrar a maravilhosa Cachoeira do Abade. Quem quiser, pode almoçar no restaurante da entrada. Mas é preciso reservar quando chegar. Eu tinha levado um lanche, e preferi não almoçar.

Reserve sua pousada por este link e ajude o blogueiro!

Ah, falando em comida, a moça do empadão estava certa. Fez um sol lindo para o meu primeiro dia em Piri. Mas ainda tinha muita água para passar por essas cachoeiras!

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Lázaro e Santa Maria

Posts relacionados:

Rosário

Dragões

Sonrisal

Paraíso e Lobo

Meia-Lua e Usina Velha

Bonsucesso

Pirenópolis

É uma autêntica escapada! A cerca de 130km de Goiânia ou 150km de Brasília, fica um paraíso para quem gosta de cachoeiras (e muito mais): Pirenópolis. Saí de Goiânia, onde moro hoje, às duas da tarde de uma sexta-feira e, às quatro, já estava lá. Isso porque peguei uma tempestade na estrada.

Clique aqui para curtir a página do Viaje ao Léo no Facebook, e fique por dentro das novas postagens do blog

Na verdade, ainda chovia quando entrei em Piri. E, enquanto matava a fome com um saboroso empadão goiano no Casa Nova, olhando a água cair na Rua Rui Barbosa, pensei: “ih, logo neste fim de semana?”. Mas, como se tivesse lido minha mente, a atendente comentou: “fica, tranquilo! Amanhã, esse céu estará aberto”. Comecei a gostar de Piri ali.

Eu tinha viajado com indicação de uma pousada na rua Aurora. Mas, como tinha parado de chover, ainda estava claro, e a cidade parecia vazia, resolvi andar de pousada em pousada para procurar uma bacana (e com preço camarada), aproveitando para curtir aquele fim de tarde depois de chuva. O charmoso Centro Histórico, com forte influência colonial, lembra um pouco Tiradentes, em Minas Gerais. Mas, antes que alguém questione a minha comparação, esclareço que não quero arrumar confusão com ninguém, pelamooooooor de Deus.

20170313_155113.jpg

Rua do Lazer

Pirenópolis é uma das cidades mais antigas de Goiás. Nasceu como “Minas de Nossa Senhora do Rosário Meia Ponte”, por causa da mineração. E hoje é um tesouro. É uma delícia andar pelas ruas tranquilas, e escolher com calma um restaurante ou barzinho. Há vários lugares bacanas na pracinha do Coreto, na Rua do Rosário (mais conhecida como Rua do Lazer), ou na Rua Aurora, que tem muitas pousadas. Foi ali que encontrei a minha, a Canto do Sabiá!

20170310_195811.jpg

Quarto da pousada

Quarto superarejado, tudo reformado, banheiro enorme, limpeza impecável, e numa localização incrível, ao lado da Cervejaria Santa Dica, que produz a maravilhosa cerveja artesanal local (mas ela pode ser encontrada em alguns estabelecimentos da cidade).

Reserve sua pousada por este link e ajude o blogueiro!

Encontrei a Santa Dica na Pizzaria do Alemão, logo na primeira noite. Vale a pena dar uma passadinha por lá. No dia seguinte, depois de um café da manhã reforçado na pousada, parti pra minha primeira cachoeira. Assunto do próximo post.

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Abade

Revezamento da tocha: O Rio de Janeiro continua lindo (dias 92 a 95)

Faltava o Rio! Ah, o Rio, destino tão esperado depois desta maratona de 95 dias. Afinal, a gente rodou 17 mil km de estrada e voou outros 17 mil km para chegar até aqui. E não haveria modo mais emblemático de levar a chama Olímpica à Cidade Maravilhosa do que a Baía de Guanabara, trazida pelas mãos de medalhistas da Vela, o segundo esporte que mais deu medalhas para o Brasil. Estive em Niterói, registrando a partida do barco.

20160803_07555820160803_080815

No dia seguinte, amanheci na Barra da Tijuca, que presenteou o revezamento com uma linda manhã de Sol para a passagem de ícones do esporte como Parrreira e Zagallo. Foi uma honra conhecer os dois.

À tarde, conheci Campo Grande, na zona oeste, e dois homens mundialmente conhecidos: o mito do salto com vara Sergey Bubka e o ganhador do Prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus, criador do microcrédito. E a noite reservou uma ida ao Leblon, onde figuras importantes como Rodrigo Lombardi, Cissa Guimarães e Lucinha Araújo também conduziram a tocha Olímpica.

No último dia de revezamento, tive o privilégio de ver o sol nascer no Corcovado, ao lado de Isabel, ídolo do vôlei. Em seguida, fui ao Pão de Açúcar para ver o símbolo dos Jogos andar de bondinho. Não dentro, mas em cima dele. Que imagem! Foi um encerramento perfeito para essa jornada: os dois maiores cartões-postais do dia, nos últimos momentos dessa grande aventura. O Cristo Redentor realmente abriu os braços para mim.

Parada anterior: Série EM/COMO: Em Friburgo, como os friburguenses  

Série EM/COMO: Em Friburgo, como os friburguenses

Eu já tinha tido que a Dani, meu contato em Friburgo, era bacanérrima, né… E ela acabou nos levando ao lugar mais descolado da cidade: o Bar América!

Era quarta-feira, dia do festival de massas. A cada semana, uma pessoa com uma wok imeeeeeensa faz macarrão para um batalhão.

No dia em que eu fui, a massa era de frutos do mar. E, para que se mantenha aquecida, ela é servida assim, sobre um papel alumínio. Para acompanhar, um chopp gelado.

Então, anote a dica da Dani: em Friburgo, Bar América, ali pertinho da praça Getúlio Vargas.

Confira todos os links da série EM/COMO aqui.

Próxima parada – Revezamento da tocha: Aquele abraço no Rio (dias 92 a 95)

Parada anterior – Revezamento da tocha: De Nova Friburgo a Niterói (dias 89 a 91)

 

Revezamento da tocha: De Nova Friburgo a Niterói (dias 89 a 91)

Eu já tinha ouvido falar bem de Nova Friburgo, e meu contato na cidade era tão bacana, tão bacana, que eu só poderia esperar coisas boas de lá. E a passagem pela cidade cumpriu a expectativa. Logo de cara, fomos tirar fotos no Morro do Teleférico, de onde se tem uma bela vista.

20160727_171110~2

Lá embaixo, onde chega o teleférico, ficam a Praça do Suspiro e a Capela de Santo Antônio. De certa forma, essa região é um símbolo da reconstrução depois das chuvas que assolaram Nova Friburgo, em 2011. É tocante ver como a cidade já se recuperou. O desastre natural causou sofrimento, mas também reforçou o amor dos friburguenses pela terra natal. Foi bacana perceber como a presença da chama Olímpica representa o orgulho de mostrar ao mundo a igrejinha, por exemplo. Bonita e de pé.

De lá, seguimos para Macaé, onde não deu tempo de ver nadica de nada, só o Mercado Municipal de Peixes. Nem chegamos a dormir na cidade, porque a noite seria na minha querida Cabo Frio, onde eu havia estado pela última vez no milênio passado. Abafa o caso!

20160729_111606~2

Como foi bom matar saudades de uma das praias preferidas dos mineiros! Cabo Frio me traz boas recordações. E, só de rever a Praia do Forte, me deu uma vontade louca de voltar rapidinho para lá.

20160729_111613~2

Cabo Frio foi a última parada da viagem, porque a partir de agora minha sede é a Cidade Maravilhosa, de onde a gente se deslocou para ir a Niterói. Apesar de ser ao ladinho do Rio, eu nunca tinha tido atravessado a ponte para conhecer essa simpaticíssima cidade.

20160730_085109~2

Primeira vez na Ponte Rio-Niterói, acredita? Rs

Imperdoável, eu sei. Mas, pelo menos, eu já sei como é o espetacular Museu de Arte Contemporânea num ensolarado dia de inverno. Que espetáculo! Também passei de carro pela orla, no modo correria de sempre. Por isso, a cidade-sorriso é outra que eu quero reencontrar em breve, com mais calma. Aguarde-me, Niterói!

Próxima parada – Série EM/COMO: Em Nova Friburgo, como os friburguenses

Parada anterior – Série EM/COMO: Em São Paulo, como os paulistanos

Série EM/COMO: Em São Paulo, como os paulistanos

Eu já fui um milhão de vezes a São Paulo, sou apaixonado pela cidade, mas nunca – acredite, NUNCA – tinha ido ao Mercado Municipal Paulistano. Sim, pode classificar como falha de caráter. Quer dizer, não mais, porque desta vez eu conheci essa verdadeira instituição da terra da garoa.

20160723_140604~2.jpg

Mas não sem um pouco de sacrifício. Afinal, era sábado, e o Mercadão estava lotaaaaaaaaaaado. É muita gente ávida por delícias, como o pão com mortadela, monstruosamente recheado, como mostra o cartaz do Hocca Bar.

20160723_131116~2

Como esse delicioso embutido me dá uma queimação danada na garganta, optei pelo pastelão (igualmente gigante) de bacalhau, do mesmo Hocca Bar. Maravilhoso. Só de lembrar minha boca enche d’água!

O pastel vem com 300g de bacalhau, e o preço é meio salgadinho… Tudo bem, porque vale por uma refeição.

20160723_131319~2

Se estiver em São Paulo, não faça como eu, que levei 40 anos para conhecer o Mercadão. Mas, se for no  fim de semana, vá com paciência. Você vai demorar a estacionar o carro e vai ter que esperar pela comida.

20160723_134745~2

Confira todos os links da série EM/COMO aqui.

Próxima parada – Revezamento da tocha: De Nova Friburgo a Niterói (dias 89 a 91)

Parada anterior – Revezamento da tocha: De Angra a Petrópolis (dias 86 a 88)

Revezamento da tocha: De Angra a Petrópolis (dias 86 a 88)

São José dos Campos foi o local da nossa última noite em São Paulo. No caminho para o estado do Rio, deu para ver a enorme Basílica de Aparecida e o teleférico, mesmo da estrada. Também passamos pela belíssima região do Parque Estadual da Serra do Mar, na cidade paulista de Cunha. Não deu para tirar fotos porque eu estava no volante e não havia lugar para parar o carro.

20160724_161222~2.jpg

Mas, na divisa com o estado do Rio, a última dessa grande aventura, o clique foi inevitável. Já em solo fluminense, descemos a linda Serra da Bocaina, segmento da Serra do Mar. Quando chegamos à entrada da cidade de Paraty, deu um aperto no coração não poder dar um giro por lá. Só paramos para tirar uma foto perto de Praia Grande.

20160724_171950~3.jpg

Precisávamos dormir em Angra dos Reis. Não deu para ver muita coisa da cidade. Só o Convento do Carmo, no Centro, e as estátuas dos Três Reis Magos, em frente à Praia do Anil. Assim como não conheci muito de Volta Redonda, a terra da Companhia Siderúrgica Nacional.

De Volta Redonda, fomos para Petrópolis, passando por mais um trecho lindo, o da Serra Verde Imperial. Eu sempre quis conhecer a Cidade Imperial, mas tinha uma ideia errada dela. Ignorância pura mesmo. Jamais imaginei que haveria 300 mil pessoas em Petrópolis. Achava que seria uma cidade histórica do porte de Ouro Preto ou Paraty, menos agitada.

20160727_094529~2

Mesmo assim, gostei muito de ver aquelas construções antigas, algumas da época do Império. Adorei o Museu Imperial, que era o Palácio de Verão de Dom Pedro II.

Também gostei do Palácio de Cristal, importado da França para que a Princesa Isabel – pense bem – pudesse cultivar hortaliças!

Achei legal ver a Catedral de São Pedro de Alcântara, padroeiro da cidade e da monarquia. A catedral fica num nível acima da rua e, da escadaria, dá para imaginar como era a cidade muitos anos atrás, com aquelas charretes passando, e as pessoas vestidas com os trajes da época. Eu realmente viajando pensando nessas coisas. Ah, os casarões também são incríveis!

Mas acho que nada é mais lindo quanto o Hotel Quitandinha, construído na década de 40 para ser o maior cassino da América do Sul. Hoje, o lugar pertence ao Sesc Rio, que organiza eventos culturais por lá.

20160726_153425.jpg

Próxima parada – Série EM/COMO: Em São Paulo, como os paulistanos

Parada anterior – Série EM/COMO: Em Franca, como os francanos

 

Série EM/COMO: Em Franca, como os francanos

Para almoçar na terra do basquete, recebemos a sugestão de ir comer num lugar que tem como tema – adivinhe – basquete! O Restaurante Barão pertence hoje ao ex-jogador (de basquete, claro) Marcos Aurélio de Melo Magrin, o Piu.

A especialidade da casa é o “Filé a JK”, um filet mignon bovino batido, recheado com fatias de mussarela e presunto, empanado e frito à milanesa, servido com salada, banana à milanesa, um caminhão de batata frita e arroz com gemas ovos, ervilha e cebolinha.

Pedimos um prato para três pessoas. Mas, sério, daria para quatro comerem. Quatro jogadores de basquete com 2m de altura cada. E saídos do treino, no caso. Era coisa pra dedéu. Rs.

20160717_131409~5

Quanto ao sabor, confesso que me decepcionei um pouquinho. Mas valeu a pena por estar num restaurante de basquete na terra do basquete. Ou seja, em Franca, como os francanos.

Tomara que você dê mais sorte com o prato, caso resolva passar por lá.

Confira todos os links da série EM/COMO aqui.

Próxima parada – Revezamento da tocha: De Angra a Petrópolis (dias 86 a 88)

Parada anterior – Revezamento da tocha: São Paulo (dias 79 a 85)