Domingo em Sydney

Em nosso terceiro dia na cidade, fomos direto para a tal Torre de Sydney, a quase 300m do chão. E a vista é maravilhosa. Fica-dica 1: vale muito a pena. Fica na esquina da Pitt com a Market, na City ou CDB – City Distrit Business – como eles chamam o centro.

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Dali do alto dá pra ver tão legal…

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… o que acontece ali no seu litoral.

Na parte de baixo da torre, funciona o shopping Westfield e, pertinho, outros centros de compras, como o Midcity, a loja de departamentos Myer (tipo a Macy’s deles), a chiquérrima galeria The Strand Arcade e lojas de rua, entre elas uma gigante Apple e algumas sofisticadas como a Louis Vuitton e a Swarovski.

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É tudo muito caro. Fica-dica 2: compensa comprar eletrônicos (a loja JB Hi-fi, tipo a Best Buy deles, é a melhor pedida) e tênis. Já o preço das roupas para é exorbitante. Dali, andamos até a região do porto e da Ópera, porque queríamos atravessar a ponte e ver tudo do outro lado. Antes, porém, passamos rapidamente no Museum of Contemporany Art, também gratuito. Fica-dica 3: não perca a vista do terraço:

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Depois do museu, atravessamos a Harbour Bridge, que tem uma paradinha no meio dela, o Pylon Lookout, para fotos. Mas, na verdade, a gente clica é o tempo inteiro! Captamos essa ponte e essa Ópera de todos os ângulos e pontos que você puder imaginar. Parecia um japonês enlouquecido. Kkk.

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Vista do Pylon Lookout, na Harbour Bridge

Do outro lado, do Milsons Point e do Luna Park (um antigo parque de diversões), a vista é um espetáculo.

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Ângulo incrível, debaixo da emblemática Harbour Bridge

Pegamos um ferrie de volta pro porto. Aqui, fica-dica 4: aos domingos, existe um tal de Sunday Family Ticket. Você compra por 2,50 AUD nas lojas 7Eleven, por exemplo, e pode andar ilimitadamente em qualquer meio de transporte. É uma mão na roda, porque se mover por Sydney é extremamente caro. Cada passagem custa cerca de 5 ou 6 AUD, dependendo do itinerário! Existe um passe de uma semana, mas não valia a pena para gente, porque ficaremos poucos dias e, como vocês sabem, gostamos muito de gastar a sola dos tênis. Ainda não descobri jeito melhor de conhecer uma cidade!

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Para aproveitar nosso passe diário, pegamos um ferrie em Circular Quay com destino a Manly. É um bairro mais afastado, com uma linda praia e uma grande colônia de brasileiros. Descemos no Manly Wharf e seguimos para The Corso. É um charmoso quarteirão fechado que dá na praia, onde parecia rolar um campeonato de surfe, quase um futebol para eles.

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The Corso

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É clássico, galera!

Já era fim de tarde e estava frio. Por isso,  caminhamos até a ponta da orla, onde fica a pequenina e adorável Shelly Beach. Pena não estarmos no verão pra pegarmos uma praia. Eu me lembrei de Toquinho: “é bom passar a tarde em Shelly Beach, ao Sol que arde em Shelly Beach”. Mas o dia estava incrível e rendeu lindíssimas fotos.

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A encantadora Shelly Beach!

Quando voltamos à Manly Wharf, o ferrie para Circular Quay só sairia em 35 minutos. Aproveitamos para fazer um lanche no Max Brenner. Fica-dica 5: é uma rede de cafés superconhecida por aqui. Chegando ao porto de Sydney, nos deparamos com a Ópera, a ponte, o museu e todos aqueles prédios iluminados para o Vivid. A gente se sentou num banco do Ópera Bar (fica-dica 6: é um lugar bem descolado, bem abaixo da Ópera House),  e ficamos embasbacados com aquilo tudo. Definitivamente, é bom passar uma noite por ali.

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Próxima parada: I love Sydney!

Parada anterior: Sydney, SUA LINDA!

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Chegada a Bangkok

Depois de rodar tanto, a última parada: de Siem Reap a Bangkok. Passamos por aqui ao longo da viagem, mas sem sair do aeroporto. Ao chegar dessa vez, fomos pro hotel usando o transporte público do aeroporto: um trem expresso até a estação Phaya Thai e, de lá, conexão com a rede MRT (metrô) + BTS (SkyTrain) até onde você quiser. Se o seu hotel for perto de uma estação, fica-dica 1: funciona e é barato! Mas demora mesmo assim (não sei quanto tempo levaria de táxi ou ônibus).

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Saímos do hotel só às 17h e, como já era tarde pra passeio, fomos direto pra região dos shoppings. Ficam coladinhos um ao outro e são acessíveis a partir das estações Siam e National Stadium do SkyTrain. Passarelas deixam os passageiros dentro dos shoppings. Incrível!

Entre tantos, visitamos o Siam Paragon (muito bom, cheio de lojas de grife) e  o MBK (popularzão).  Fica-dica 2: diferentemente do que disseram alguns blogamigos, não achamos os preços tão convidativos, exceção feita à Apple do Paragon, que vende o Iphone 5S pelo equivalente a 1960 reais. Fiquei super na dúvida, mas acabei não levando. Às vezes, eu acho que trocar de celular é puro consumismo. Com essa grana, compro uma passagem pro Caribe. Não é bem melhor?

A famosa Khao San Road

A famosa Khao San Road

Dos shoppings, decidimos encarar a famosa Khao San Road, a rua preferida dos mochileiros, cheia de bares barulhentos, lojinhas, gente maluca. Era só pegar uma busão ali perto dos shoppings mesmo. Mas o pessoal da Bangkok não é lá muito bom de informação e nos mandou pra um lugar que não tinha nada a ver.

Uma hora depois, já a bordo do ônibus correto,  passamos em frente ao shopping, de onde tínhamos partido em busca da tal Khao San Road. A rua ficou famosa por causa das cenas iniciais do filme “A praia”, com Leonardo di Caprio, o mesmo que mostra a paradisíaca Phi Phi Island (leia aqui). É divertida, animada e tudo.

Pad thai na rua: delícia!

Pad thai na rua: delícia!

Mas fica-dica 3: se você está ficando velho, como eu, opte por uma dose homeopática. E, fica-dica 4: pesquise direitinho como chegar, para não dar uma volta imensa à toa, como fizemos. Melhor seria ter usado táxi ou tuk tuk. Atenção pra dica 5: cuidado, porque taxímetro manda lembrança e eles metem a faca. Pra sair de Khao San Road, negociamos um tuk tuk a 250 bath, equivalente a 20 reais.

Agito da Khao San Road

Agito da Khao San Road

Já pra usar o SkyTrain, optamos pelo passe de um dia, que custa 130 bath, pouco mais de 10 reais, mais pra não ter que enfrentar fila toda hora. No final de tudo isso, ainda fui pra balada. Voltei às 2h e minha companheira de viagem ainda estava acordada. Por conta disso, o dia seguinte começou tarde. Só chegamos ao primeiro local às 13h. O Wat Phra Kaew é um complexo de templos, onde se destaca a Capela Real, a do pequeno Buda de Esmeralda. O ingresso dá direito a ver o Grande Palácio Real. Tudo é muito bonito. Mas o fato de ser a atração mais visitada (ou seja, infestada de turistas) e o clima de sauna a vapor deram um duro golpe no glamour.

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Entrada do Wat Phra Kaew

Adorei quando saimos de lá pra ir caminhando até Wat Po, o templo do Buda Reclinado. O ambiente é bem tranquilo e o tal Buda, com seus 43 metros, lindo, lindo.

Wat Po

Wat Po

O impressionante Buda Reclinado

O impressionante Buda Reclinado

Dentro do templo, fica a Universidade da massagem, que muitos consideram a melhor de Bangkok. Queríamos muito fazer, mas dois aspectos nos desanimaram: 1) a fila de espera e 2) o fato de a massagem ser numa caminhas sem privacidade alguma e de roupa. No Camboja, foi numa salinha cercada por cortina e ficamos só com a roupa de baixo. Preferimos pegar uma barca que atravessa o rio pra ver o Wat Arun, templo do amanhecer.

Travessia para Wat Arun (ao fundo)

Travessia para Wat Arun (ao fundo)

É possível subir uma escada superíngreme pra ter uma vista maravilhosa de parte da cidade e do Chao Phaya River, importantíssimo na vida de Bangkok.

A escada superíngreme

A escada superíngreme

Do alto de Wat Arun

Do alto de Wat Arun

Falei do rio, mas me esqueci de dizer: o melhor jeito de conhecer esses templos (se você não ficar hospedado perto deles, claro) é de barco. Seguindo o toque dos blogamigos, que repasso como dica 6: fomos à estação Saphan Taksin, agarradinha ao píer Central, pra pegar o barco. Pode ser o normal ou turístico (um pouco mais caro, mas ainda sem doer no bolso). A estação do Wat Phra Kaew, por exemplo, é a Tha Chang. Foi de barco que, depois de fazer três templos numa única tarde (não é porque corremos, é nosso estilo mesmo), ainda tivemos fôlego pra saltar na estação Rachawongse pra conhecer a Chinatown, pouco turística e superimponente, com suas enormes placas verticais escritas no alfabeto chingling deles, penduradas ao lado dos prédios.

Chinatown

Chinatown

Procurando um lugar pra comer, pedimos ajuda no Golden China Hotel e o porteiro nos mandou subir ao andar 25 (!!!) do prédio. Pronto. Descobrimos quase sem querer um lindo restaurante giratório com visual incrível, de onde vimos o anoitecer. Chama-se Red Sky Bar.

Red Sky Bar

À noite, mais balada. Tô curtindo muito Bangkok. É uma potência de metrópole, agitadíssima, mas apaixonante também. Andando de SkyTrain, temos a impressão de estar naqueles filmes de futuro, mas que desenham um amanhã meio caótico, sabe? Apesar disso, a cidade dá exemplos de que consegue se virar muito melhor que as grandes cidades brasileiras, sobretudo no quesito transporte! É, vamos ter que engolir essa.

Próxima parada: Bangkok

Parada anterior: Siem Reap (Angkor)

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