Domingo em Sydney

Em nosso terceiro dia na cidade, fomos direto para a tal Torre de Sydney, a quase 300m do chão. E a vista é maravilhosa. Fica-dica 1: vale muito a pena. Fica na esquina da Pitt com a Market, na City ou CDB – City Distrit Business – como eles chamam o centro.

IMG_6895

Dali do alto dá pra ver tão legal…

IMG_6890

… o que acontece ali no seu litoral.

Na parte de baixo da torre, funciona o shopping Westfield e, pertinho, outros centros de compras, como o Midcity, a loja de departamentos Myer (tipo a Macy’s deles), a chiquérrima galeria The Strand Arcade e lojas de rua, entre elas uma gigante Apple e algumas sofisticadas como a Louis Vuitton e a Swarovski.

IMG_6883.JPG

É tudo muito caro. Fica-dica 2: compensa comprar eletrônicos (a loja JB Hi-fi, tipo a Best Buy deles, é a melhor pedida) e tênis. Já o preço das roupas para é exorbitante. Dali, andamos até a região do porto e da Ópera, porque queríamos atravessar a ponte e ver tudo do outro lado. Antes, porém, passamos rapidamente no Museum of Contemporany Art, também gratuito. Fica-dica 3: não perca a vista do terraço:

IMG_6932.JPG

Depois do museu, atravessamos a Harbour Bridge, que tem uma paradinha no meio dela, o Pylon Lookout, para fotos. Mas, na verdade, a gente clica é o tempo inteiro! Captamos essa ponte e essa Ópera de todos os ângulos e pontos que você puder imaginar. Parecia um japonês enlouquecido. Kkk.

IMG_6939.JPG

Vista do Pylon Lookout, na Harbour Bridge

Do outro lado, do Milsons Point e do Luna Park (um antigo parque de diversões), a vista é um espetáculo.

IMG_6968

Ângulo incrível, debaixo da emblemática Harbour Bridge

Pegamos um ferrie de volta pro porto. Aqui, fica-dica 4: aos domingos, existe um tal de Sunday Family Ticket. Você compra por 2,50 AUD nas lojas 7Eleven, por exemplo, e pode andar ilimitadamente em qualquer meio de transporte. É uma mão na roda, porque se mover por Sydney é extremamente caro. Cada passagem custa cerca de 5 ou 6 AUD, dependendo do itinerário! Existe um passe de uma semana, mas não valia a pena para gente, porque ficaremos poucos dias e, como vocês sabem, gostamos muito de gastar a sola dos tênis. Ainda não descobri jeito melhor de conhecer uma cidade!

Clique aqui para reservar seu hotel em Sydney ou qualquer outra cidade e ajude o blog!

Para aproveitar nosso passe diário, pegamos um ferrie em Circular Quay com destino a Manly. É um bairro mais afastado, com uma linda praia e uma grande colônia de brasileiros. Descemos no Manly Wharf e seguimos para The Corso. É um charmoso quarteirão fechado que dá na praia, onde parecia rolar um campeonato de surfe, quase um futebol para eles.

IMG_6998

The Corso

IMG_7006

É clássico, galera!

Já era fim de tarde e estava frio. Por isso,  caminhamos até a ponta da orla, onde fica a pequenina e adorável Shelly Beach. Pena não estarmos no verão pra pegarmos uma praia. Eu me lembrei de Toquinho: “é bom passar a tarde em Shelly Beach, ao Sol que arde em Shelly Beach”. Mas o dia estava incrível e rendeu lindíssimas fotos.

IMG_7015

A encantadora Shelly Beach!

Quando voltamos à Manly Wharf, o ferrie para Circular Quay só sairia em 35 minutos. Aproveitamos para fazer um lanche no Max Brenner. Fica-dica 5: é uma rede de cafés superconhecida por aqui. Chegando ao porto de Sydney, nos deparamos com a Ópera, a ponte, o museu e todos aqueles prédios iluminados para o Vivid. A gente se sentou num banco do Ópera Bar (fica-dica 6: é um lugar bem descolado, bem abaixo da Ópera House),  e ficamos embasbacados com aquilo tudo. Definitivamente, é bom passar uma noite por ali.

IMG_7096IMG_7097

Próxima parada: I love Sydney!

Parada anterior: Sydney, SUA LINDA!

Posts relacionados:

Austrália em 25 dias

Chegada a Cairns

Grande Barreira de Corais e Daintree National Park

Whitheaven: a praia mais bonita do mundo?

Airlie Beach e Whitsundays

24h em Brisbane

Gold Coast: a Orlando da Austrália!

Bye, Gold Coast!

Great Ocean Road

Além dos 12 Apóstolos e chegada a Melbourne

Melbourne

Fim de semana em Melbourne

 

Anúncios

Bangkok

Restavam menos de 48 horas em Bangkok e resolvemos dar uma quebrada na visita aos templos pra ir ao tradicional Chatuchak Weekend Market. Como o nome indica, é um mercado que só funciona nos fins de semana. Fica-dica 1: mamão com açúcar chegar lá via SkyTrain (estação Mo Chit) ou metrô (Chatuchak Park). 

Chegada ao Chatuchak Weekend Market

Chegada ao Chat Weekend Market

E fica-dica 2: vá cedo, porque o lugar é uma farra das compras (pelo menos pro meu gosto). Chegamos antes das 10h e saimos às 3h da tarde, sem ter visto 10% das 6 mil barracas, que vendem de um tudo. Garimpando, dá pra achar ótimas peças com preço melhor ainda.

Luzes em Chatuchak

Adorei a parte de iluminação!

Antes de partir, uma massagem. Custou o equivalente a 5 dólares por 30 minutos de carinho nos pés. Nos pés só, não. Nas pernas inteirinhas. E com ar condicionado! Fica-dica 3: tente fazer em algum lugar limpinho que você encontrar. Melhor massagem ever!

Estava uma delícia!

Almoço no mercado

Depois, nos separamos pra fazer atividades pessoais. E, à noite, fomos dar uma passadinha na região da prostituição, Patong, onde há diversos shows de pompoarismo. Quando li os blogamigos descrevendo a experiência, achei que seria deprê. E foi. Tentamos entrar numa dessas casas (apesar de termos lido também que as pessoas extorquem os turistas) e a primeira cena que vi foi uma bolinha de ping pong alçando voo depois de sair diretamente vocês-sabem-de-onde. Eu não atravessei meio mundo pra transformar minha testa em alvo de objeto voador envaginado, né!

Super Pussy: é exatamente o que você está pensando!

Super Pussy: é exatamente o que você está pensando!

Na rua das putas, funciona um animado mercado. E bem ao ladinho, fica a alegríssima região gay, lotada de bares. No último dia, queríamos ir a Wat Saket, um templo no alto da Colina Dourada e com uma bela vista. Como não fica perto de estação alguma, precisávamos de táxi ou tuk tuk, mas os motoristas se recusaram a levar por causa de um megaprotesto nas imediações. O cara do hotel ainda falou que era perigoso. Obedemos. Até porque, como diriam os americanos, teria sido pretty much the same!

Clique aqui para curtir Viaje ao Léo no Facebook!

Seguimos de metrô (estação Hua Lamphong) pra Wat Traimit, o templo do absurdo, que tem um Buda de 5,5 toneladas de puro ouro. Ai, que absurdo! Mas, na boa, fica-dica 4: ai, que bobagem! Pretty much the same! A diferença maior é que esse parece ser mais frequentado pelos locais.

5,5 toneladas de ouro!

5,5 toneladas de ouro!

IMG_4035Em seguida, mais uma tarde livres um do outro. Marcamos de sair do hotel às 5 e pouco pra ir até o famoso bar, aquele no 63° andar do Hotel Lebua e que foi set do filme “Se beber. não case II”. Queríamos ver como é lá de cima, tanto de dia quanto de noite. Ai, que atmosfera!

O hotel fica perto do rio Chao Phraya e o visual é simplesmente luxuoso. O glamour tem preço. Paguei o equivalente a 25 dólares por duas singelas long neck. Ai, que riqueza!

Bar Distil

Bar Distil

A vista é mesmo incrível!

A vista é mesmo incrível!

Daria pra fazer mais em Bangkok? Sim! E ainda faltaram passeios nos arredores, como Ayutthaya, a antiga capital do reino do Sião, que chegou a ser uma supermetrópole, como Angkor. Só que gastaríamos duas horas pra ir e duas pra voltar. E, segundo meu novo amigo nipoparanaense, a “versão cambojana” dá de dez! O bate-volta às cachoeiras Erawan seria mais puxado ainda, com três horas pra ir e três pra voltar. Além disso, achamos que ir ao mercado flutuante e ao parque dos tigres seria turistão demais. Nesse finzinho de férias, é preciso desacelerar. Nosso voo sai às três da madruga!


 Minha impressão de Bangkok?

O que vale a pena: a mistura do novo com antigo, do ocidente com o oriente, o ambiente cosmopolita e o jeitão futurista-caótico

O que incomoda: mais uma vez, o assédio das pessoas na rua, principalmente nos pontos turísticos, onde são comuns os golpes. Além disso, a falta de informação/sinalização (às vezes, os avisos e placas estão escritos apenas naquelas letrinhas deles)

Permanência: 4 noites (com três dias de inteiros). Se você acha que ver dois ou três templos é suficiente, pode ficar menos. Se deseja a overdose templal ou os passeios dos arredores, pode ficar mais. Não faltará o que fazer.

Quarto bem "honesto"

Quarto bem “honesto”

Hospedagem: ficamos no I Residence. O staff é meio chatinho, mas o custo-benefício compensa. Fica-dica 5: escolha um hotel perto de alguma estação. O nosso é exatamente em frente à Chong Nonsi, em Silom. É uma área central, sem muito charme (mas também sem confusão) e de onde se chega facilmente aos lugares mais importantes.

Bangkok foi um encerramento perfeito de uma viagem realmente inesquecível. Voltarei em breve à Ásia! Quem se anima?

 

Próxima parada: Austrália em 25 dias

Parada anterior: Chegada a Bangkok

Posts relacionados:

Sudeste Asiático em 20 dias

Ásia – vacinas e vistos

Phi Phi

Railay Beach

Hanói

Halong Bay

Hue

Hoi An

Siem Reap (Angkor)