Cachoeiras de Pirenópolis: Lázaro e Santa Maria

Depois de visitar a Reserva do Abade, onde se destaca a cachoeira de mesmo nome, resolvi conhecer a Reserva Ecológica Vargem Grande no dia seguinte. Lá, estão duas das mais famosas cachoeiras de Pirenópolis: Lázaro e Santa Maria. Ficam bem pertinho da cidade, a 11 km do Centro (sete deles de terra), pela estrada dos Pireneus. É muito tranquilo de chegar.

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A entrada custa 35 reais (preço de abril/2017) e dá direito a aproveitar as duas cachoeiras, das 9 às 17h (entrada só até as 16h).

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A Cachoeira do Lázaro fica um pouquinho mais distante do estacionamento: cerca de 1300m. A trilha tem dificuldade média, com algumas subidinhas. Mas, perto de chegar à cachoeira, o visitante é recompensado por uma linda vista das quedas d’àgua.

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De pertinho, não achei tão bonita quanto de longe (olha eu sendo superexigente. Acho que tô mal acostumado. Rs). Mas explico: talvez eu tenha chegado num horário em que a luz não favorecia muito, lá pelas 13-14h. Além disso, estava muito cheia de gente. Deve ser mais bonito e agradável no comecinho da manhã ou no finzinho da tarde.  Em compensação…

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…a Cachoeira do Lázaro tem uma supervantagem: é ideal para quem, como eu, gosta de passar um tempão bem debaixo da queda, deixando a força da água fazer aquela massagem deliciosa no corpo. Adorei essa caractérística, já que nem todas permitem isso, né!

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Santa Maria é a de mais fácil acesso, a apenas 500m de caminhada. Lembra um pouquinho a do Abade, apesar de a queda d’água ser bem menor. Mas é muito gostosa, formando uma espécie de prainha, onde dá para esticar uma toalha e passar um bom tempo.

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Fica dica: sugiro ir primeiro à Cachoeira do Lázaro e depois à Cachoeira de Santa Maria, para encerrar o dia naquela areia branquinha, já pertinho da saída, se recuperando da caminhada do início do passeio. Só não deixe de ir à reserva, porque o passeio vale muito a pena!

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Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Bonsucesso

Parada anterior: Cachoeiras de Pirenópolis – Abade

 

 

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Cachoeiras de Pirenópolis: Abade

Como eu estava sozinho, não quis fazer nada muito complicado, nem ir muito longe. Saí com a ideia de visitar a Cachoeira do Lázaro. Mas, numa banquinha que vende os ingressos, à beira da estrada, recebi a sugestão de ir à Cachoeira do Abade. E lá fui eu para minha primeira cachoeira em Pirenópolis!

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Acho que foi uma ótima pedida para minha “estreia”. A entrada custou 30 reais (preço de abril/2017), e o lugar é muito organizado. Existem duas formas de se chegar à principal queda d’água, que dá nome à reserva. A curtinha te leva diretamente à Cachoeira do Abade propriamente dita, linda, com 22m de altura.

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Admirando a perfeição da natureza

É claro que escolhi a maior, de 2,5km. É superbem sinalizada, e te proporciona uma visão total. No caminho, três mirantes para belas fotos daquela vegetação privilegiada e três quedas d’água (a pequena Cachoeira do Sossego, a Cachoeira do Landi, e a Cachoeira do Cânion) e uma ponte pênsil, que dá um ligeiro toque de aventura ao passeio.

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É bem rápido e fácil. Recomendo demais fazer a trilha maior. E, no final, a recompensa de encontrar a maravilhosa Cachoeira do Abade. Quem quiser, pode almoçar no restaurante da entrada. Mas é preciso reservar quando chegar. Eu tinha levado um lanche, e preferi não almoçar.

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Ah, falando em comida, a moça do empadão estava certa. Fez um sol lindo para o meu primeiro dia em Piri. Mas ainda tinha muita água para passar por essas cachoeiras!

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Lázaro e Santa Maria