Ásia – vacinas e vistos

Além de passagens, hotéis, passeios e roteiros, o visitante que decide visitar o interessante e maravilhoso continente asiático precisa se preocupar com duas questões: vacinas e vistos. Alguns países, como a Tailândia, exigem  um certificado internacional de vacina contra a febre amarela quando o turista entra no país (fica-dica 1). VacinaSe você não recebeu essa imunização nos últimos dez anos, procure a rede pública de saúde brasileira, que oferece a vacina gratuitamente e, em seguida, um Centro de Orientação de Viajantes, levando o cartão de vacinação, para emissão do tal certificado (fica-dica 2). Em alguns centros, é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Se a sua chegada for por Bangkok, fica-dica 3: passe no Health Control do aeroporto antes de tudo porque senão vai enfrentar a fila da Imigração à toa (como já sabíamos, não perdemos tempo). Outras vacinas, apesar de não-obrigatórias, são recomendadas (fica-dica 4): Hepatite B, além de triviral e difteria/tétano (essas duas caso você não saiba se tomou na infância) são fornecidas “pela Dilma”. Hepatite A e febre tifóide são particulares. Os mais cautelosos (ou que vão entrar em buracos mais perigosos ou por mais tempo) ainda encaram a antirábica e a vacina contra encefalite japonesa. Assim que conhecemos o saneamento nada básico e a mosquitada tropical de alguns dos lugares por onde passamos, entendemos por quê.

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Angkor e a natureza exuberante do Camboja!

comidaNa consulta (também oferecida pela Dilma, quando você procura o certificado contra febre amarela), o infectologista indica o repelente  à base de icaridina como item de série da viagem (fica-dica 5). Compramos no Brasil. O dotô também recomenda cuidado com a água (consequentemente, o gelo) e os alimentos, principalmente os crus (fica-dica 6).

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Além de tudo isso, fica-dica 7: descubra se o (s) país (es) que você vai visitar exige (m) visto. Como se vê, viajar pra Ásia exige fôlego e uma boa logística, especialmente se você é adepto do planeje-você-mesmo, como eu. Mas tudo fica mais fácil quando uso as dicas dos meus mais de 40 blogueiros de viagem de estimação, de quem sou seguidor fiel e assíduo. Espero que as minhas seja úteis também pra você!

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Chegada a Bangkok

Bangkok

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Sudeste Asiático em 20 dias

O tempo não era ideal para uma primeira incursão ao Sudeste Asiático, principalmente pra quem queria ter uma visão geral da região. Precisaríamos de pelo menos um mês inteiro. Mas, como não tínhamos esse tempo todo, tivemos que nos virar não nos 30, mas em 20 dias. E isso pra dividir entre três países!

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Com tudo devidamente “bookado” e “esquematizado”, deu pra otimizar o tempo sem tornar a viagem uma corrida maluca. Juro! Óbvio que também fizemos escolhas de Sofia. Excluimos do roteiro Chiang Mai e as ilhas do lado leste da Tailândia; Laos; Hoi Chi Minh (antiga Saigon), no Vietnã; além de Phnom Penh, capital do Camboja. Se eu tivesse que mudar algo no roteiro abaixo, tiraria Hue e aumentaria uma noite em Hanói:

exemplo de roteiro para Sudeste Asiático

20 dias que renderam muito!

Optamos por levar uma sova logo de cara. Aproveitando que chegaríamos por Bangkok, o maior aeroporto do Sudeste Asiático, planejamos emendar outro voo pra Phuket e, de lá, um barco pra ilha de Koh Phi Phi, na Tailândia. A manobra era arriscada porque qualquer atraso numa das pernas do itinerário poderia provocar a perda de uma reserva. Mas deu tudo certo e eis que um táxi, quatro voos, cinco aeroportos, um transfer, um barco e 37 horas depois de deixarmos nossas casinhas em BH desembarcamos no paraíso. A opção por essa gincana foi pra evitarmos dividir a hospedagem em Bangkok em duas partes (já que o voo da volta sai de lá) ou então ter que voar de outro lugar pra Bangkok no dia de ir embora pro Brasil e passar por tudo isso no retorno (o que seria pior, porque o voo deixará a cidade às três da matina).

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Phi Phi: recompensa depois da maratona!

Sobrevivemos à via sacra graças, em parte, à qualidade do serviço da Etihad Airways, considerada recentemente uma das melhores companhias do mundo. O avião é de primeira, a seleção de filmes tem mais de 100 títulos (alguns ainda em cartaz nos cinemas) e os comissários são eficientes. Sem contar a excelente curva custo-benefício. Foi a menor tarifa que encontrei em quatro anos de pesquisa.  Fica-dica 1 de viagem: recomendo! E engato a fica-dica 2: se optar pelo arranca-couro, fique esperto pra marcar o voo seguinte saindo do mesmo aeroporto, como fizemos (Bangkok tem dois!).

Fique atento porque alguns lugares, como a Tailândia, podem exigir certificado internacional de vacinação contra a febre amarela. E outras vacinas, apesar de não obrigatórias, também são importantes. Alguns países também exigem visto. Leia mais sobre o assunto aqui.

Quando ir: cada país tem uma peculariedade. Mas, generalizando, dá pra dizer que a temporada seca vai de novembro e abril. Tivemos que ir no finzinho dessa chamada alta estação, na segunda quinzena de abril. O calor estava de matar, mas praticamente não choveu. Se caísse água, teria complicado bastante a viagem.

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