Cachoeiras de Pirenópolis: Abade

Como eu estava sozinho, não quis fazer nada muito complicado, nem ir muito longe. Saí com a ideia de visitar a Cachoeira do Lázaro. Mas, numa banquinha que vende os ingressos, à beira da estrada, recebi a sugestão de ir à Cachoeira do Abade. E lá fui eu para minha primeira cachoeira em Pirenópolis!

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Acho que foi uma ótima pedida para minha “estreia”. A entrada custou 30 reais (preço de abril/2017), e o lugar é muito organizado. Existem duas formas de se chegar à principal queda d’água, que dá nome à reserva. A curtinha te leva diretamente à Cachoeira do Abade propriamente dita, linda, com 22m de altura.

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Admirando a perfeição da natureza

É claro que escolhi a maior, de 2,5km. É superbem sinalizada, e te proporciona uma visão total. No caminho, três mirantes para belas fotos daquela vegetação privilegiada e três quedas d’água (a pequena Cachoeira do Sossego, a Cachoeira do Landi, e a Cachoeira do Cânion) e uma ponte pênsil, que dá um ligeiro toque de aventura ao passeio.

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É bem rápido e fácil. Recomendo demais fazer a trilha maior. E, no final, a recompensa de encontrar a maravilhosa Cachoeira do Abade. Quem quiser, pode almoçar no restaurante da entrada. Mas é preciso reservar quando chegar. Eu tinha levado um lanche, e preferi não almoçar.

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Ah, falando em comida, a moça do empadão estava certa. Fez um sol lindo para o meu primeiro dia em Piri. Mas ainda tinha muita água para passar por essas cachoeiras!

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Lázaro e Santa Maria

 

Pirenópolis

É uma autêntica escapada! A cerca de 130km de Goiânia ou 150km de Brasília, fica um paraíso para quem gosta de cachoeiras (e muito mais): Pirenópolis. Saí de Goiânia, onde moro hoje, às duas da tarde de uma sexta-feira e, às quatro, já estava lá. Isso porque peguei uma tempestade na estrada.

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Na verdade, ainda chovia quando entrei em Piri. E, enquanto matava a fome com um saboroso empadão goiano no Casa Nova, olhando a água cair na Rua Rui Barbosa, pensei: “ih, logo neste fim de semana?”. Mas, como se tivesse lido minha mente, a atendente comentou: “fica, tranquilo! Amanhã, esse céu estará aberto”. Comecei a gostar de Piri ali.

Eu tinha viajado com indicação de uma pousada na rua Aurora. Mas, como tinha parado de chover, ainda estava claro, e a cidade parecia vazia, resolvi andar de pousada em pousada para procurar uma bacana (e com preço camarada), aproveitando para curtir aquele fim de tarde depois de chuva. O charmoso Centro Histórico, com forte influência colonial, lembra um pouco Tiradentes, em Minas Gerais. Mas, antes que alguém questione a minha comparação, esclareço que não quero arrumar confusão com ninguém, pelamooooooor de Deus.

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Rua do Lazer

Pirenópolis é uma das cidades mais antigas de Goiás. Nasceu como “Minas de Nossa Senhora do Rosário Meia Ponte”, por causa da mineração. E hoje é um tesouro. É uma delícia andar pelas ruas tranquilas, e escolher com calma um restaurante ou barzinho. Há vários lugares bacanas na pracinha do Coreto, na Rua do Rosário (mais conhecida como Rua do Lazer), ou na Rua Aurora, que tem muitas pousadas. Foi ali que encontrei a minha, a Canto do Sabiá!

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Quarto da pousada

Quarto superarejado, tudo reformado, banheiro enorme, limpeza impecável, e numa localização incrível, ao lado da Cervejaria Santa Dica, que produz a maravilhosa cerveja artesanal local (mas ela pode ser encontrada em alguns estabelecimentos da cidade).

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Encontrei a Santa Dica na Pizzaria do Alemão, logo na primeira noite. Vale a pena dar uma passadinha por lá. No dia seguinte, depois de um café da manhã reforçado na pousada, parti pra minha primeira cachoeira. Assunto do próximo post.

Próxima parada: Cachoeiras de Pirenópolis – Abade