Chapada dos Veadeiros: Cachoeiras Almécegas

Bem, depois de dormimos tranquilos com a decisão de não visitar o Parque Nacional (leia aqui), partimos para o primeiro dia na Chapada! Escolhemos as Cachoeiras Almécegas! Pra quem está hospedado em São Jorge, é só pegar a GO239 e rodar 32 km como se estivesse indo embora, a caminho de Alto Paraíso de Goiás (para quem está em Alto Paraíso, é mais perto: 13km). A entrada custa 40 reais (julho/2018) e dá direito a visitar todas as cachoeiras que fazem parte da Fazenda São Bento.

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Começamos pela Almécegas II, que é menorzinha. A trilha é curtinha e fácil. Como fomos numa época seca, a queda d’água não estava muito cheia, e as pedras ao redor dela estavam perfeitas para estender a toalha e curtir o belo visual. Ficamos um tempão ali, nos divertindo com o casal que estava aprendendo a lidar com um drone. Tive uma pontinha de inveja, porque as imagens de cima devem ser lindas demais.

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Tinha pouca água na Almécegas II…

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… mas dava para ficar esticado nas pedras curtindo este visual!

Em seguida, fomos para Almécegas I. A trilha é um pouquinho mais puxada, mas nada de mais. Já no mirante, antes de chegar, dá para ter uma noção da grandiosidade do lugar. Que beleza de cenário!

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Lá embaixo, a cachoeira é igualmente bonita. Mas, como não bate muito no Sol, estava um pouco frio. A água então… Para entrar nela, foi preciso criar coragem. Mas que banho refrescante!

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Ah, tem umas piscinas naturais acima da cachoeira que não chegamos a visitar. Existe ainda uma outra cachoeira, que leva o nome da fazenda, a São Bento. Estávamos tão satisfeitos com as Almécegas que também nem nos lembramos de passar lá. Mas li que é um grande poço, muito legal para nadar.

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Na Volta a São Jorge, estávamos morrendo de fome, e paramos para almoçar no único restaurante  da estrada, o Rancho do Waldomiro. A tal da matula para dois dá para alimentar com sobra duas pessoas absolutamento famintas (que era o nosso caso).

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Vai uma matula aí?

Passamos o resto do dia de boa na pousada e, à noite, fomos jantar na famosa Risoteria Santo Cerrado, que é um charme. Recomendo!

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Escolha a legenda: 1) um brinde à Chapada ou 2) onde está Wally? kkk

 

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Cachoeiras de Pirenópolis: Paraíso e Lobo

Para quem não gosta de andar, é mesmo um paraíso. A cachoeira que dá nome ao lugar ficar a menos de 100m (isso mesmo, 100m) do estacionamento. O poço é fundo. Então, é preciso saber nadar.

E, como o acesso é fácil demais, pode ser que tenha muvuca. Na hora em que estávamos lá, por exemplo, chegou uma turma trazendo até boia (daquelas rosa choque, de criança, em volta da cintura), e fazendo o maior barulho. Ainda bem que não ficaram muito. Rs. Mas a propriedade tem mais a oferecer.

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Para chegar, é preciso pegar a GO 338, saída para a cidade de Goianésia, conhecida como saída do aeroporto. Após 23km de asfalto, há uma placa indicativa para a cachoeira. Aí, é só virar a direita e seguir por 7 km de estrada de chão.

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O ingresso custa 20 reais (preço de julho/2017) e, na entrada, eles te dão uma mapinha para você circular.

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Como sempre, optamos por fazer a trilha mais longa primeiro, cerca de 2km até a Cachoeira do Lobo. Fica bem escondidinha, não bate muito sol (por isso, é meio fria). Mas, exatamente por ser tão fechadinha, passa a sensação de que está ali só para você. Principalmente se der a sorte de, como nós, chegar num momento em que não há ninguém. Ah, e essa cachoeira tem uma peculariedade muito interessante: uma imensa placa de pedra no fundo, lisinha, lisinha, dando a impressão de que é uma piscina.

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Cachoeira do Lobo

Bem pertinho, tem uma piscina natural e a Cachoeira da Laje, que estava com pouquíssima água. Não são nada de mais, mas podem ser opções, caso você queira uma certa privacidade. Estavam desertas quando fomos.

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Cachoeira da Laje

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Piscininha natural

Voltamos os 2km até a entrada principal e, antes de irmos para a Cachoeira Paraíso (da qual eu falei no comecinho do post), paramos para almoçar no restaurante. A comida é simples, mas bem feita, o preço é legal, e eles ainda aceitam cartão. Recomendo.

 

O lugar tem ainda outras piscinas naturais e áreas de descanso, que não chegamos a conhecer. Pode não ser a atração mais impressionante de Pirenópolis, obviamente. Mas, pela comodidade que oferece, vale a pena demais conhecer!

 

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Cachoeiras de Pirenópolis: Bonsucesso

De cara, você se sente imediatamente na roça. Logo depois do estacionamento, a trilha para as cachoeiras começa passando por dentro de um curral. Sim, enquanto se esquiva dos mosquitinhos (fica-dica: passa repelente antes de sair de casa), você já avista verde impressionante onde vai se enfiar muitos mais tarde. A partir dali, é morro acima. Mas a trilha não é das mais difíceis, não.

 

É bem tranquilo de chegar. Para quem está em Pirenópolis, é só pegar a direçao do bairro Alto do Carmo. Depois de atravessar a ponte de madeira, suba a avenida até o final da avenida, vire à direita e entre na estrada de terra, seguindo as placas. A entrada custa 20 reais (preço de abril/2017).

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As cachoeiras Bonsucesso ficam dentro da fazenda de mesmo nome, que tinha uma estrada por onde saíam mercadorias durante o ciclo do ouro, no século XVIII. Depois, a propriedade teve também garimpo. Por isso, ainda é possível ver antigas pedreiras. Mas o forte do lugar, claro, são as quedas d’água. A primeira delas é a do Açude.

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Cachoeira Açude

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Depois, a gente passa por uma quedinha, que é eles chamam de cachoeira, mas tá mais para uma aguinha escorrendo pelo barranco. Rs.

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Em seguida, aparece a Cachoeira Palmito, pequenininha e aconchegante. Dependendo da hora que você chega, ela pode ficar só para você. Mas, como fica num lugar fechadinho, onde não bate Sol, preferi só tirar foto e seguir.

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A simpática Cachoeira Palmito

A próxima é a Cachoeira Pedreira que, como o nome indica, é emoldurada por um paredão de pedra. É superfácil chegar debaixo da queda, e é uma delícia ficar um tempinho deixando a água cair no corpo. É um pouquinho fria, sim, mas nada demais. E, como o lugar é mais aberto, tem um solzinho ali para esquentar.

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Cachoeira Pedreira

Depois de uma escada superíngreme, chega-se à Cachoeira Bonsucesso. Esta é bem profunda (7m) e, como eu estava com um pouco de preguiça de nadar (sim, confesso), acabei nao entrando. Mas é bem linda também.

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Cachoeira Bonsucesso

Por fim, lá no alto, está a Cachoeira Lagoa Azul, onde a maioria da galera acaba ficando. Tem 5m de profundidade e um visual espetacular lá de cima. É a melhor de todas.

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Cachoeira Lagoa Azul

Na volta, tem uma restaurante de comida caseira com preço bem bacana. Recomendo!

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